quinta-feira, abril 20, 2006

Visitas

Desde hoje tenho cá em casa o meu namorado que finalmente conseguiu arranjar uns dias para dar cá um salto :)

Até dia 25 é tempo de romance, o resto fica em “stand by”. Todos temos direito aos nossos momentos dignos de filme romântico :)

É bom voltar a dormir assim :D

quarta-feira, abril 19, 2006

The Conrad Boys

Andava a navegar sem destino pelo YouTube quando dei com este filme, até gostei da apresentação e já estava a pensar arranjá-lo (a mula é óptima para essas coisas :P) quando reparei que não o conseguia encontrar nas minhas pesquisas :(

É pena, mas de qualquer maneira fica o trailer e a página do filme.





PS: se alguém souber onde o arranjar que diga qualquer coisa.

sábado, abril 15, 2006

Falta de vontade

Ando com muita preguiça e por isso não tenho tido muita vontade de escrever. Pode ser que com a semana que vem aí a coisa melhore.

quarta-feira, abril 12, 2006

Exageros

Passei-me nas compras online... comecei por ver um livro que andava à procura há uns tempos, depois foi uma das sugestões da amazon, quando dei por isso já tinha pago vários items. É uma velha história minha, quando toca a livros e dvds pode acontecer que me perca um bocado...

Pronto agora que já me proibi a mim mesmo de usar o cartão o resto do mês.

As duas coisas que entretanto já chegaram foram estes dvds deliciosos que ainda não acabei de ver :)

sábado, abril 08, 2006

A música do momento

Ando a ouvir muito David Gray.


Nunca lhe tinha tinha prestado muita atenção mas tem algumas músicas fenomenais - por exemplo esta:


Babylon


Friday night I'm going nowhere
All the lights are changing green to red
Turning over TV stations
Situations running through my head
Well looking back through time
You know it's clear that I've been blind
I've been a fool
To ever open up my heart
To all that jealousy, that bitterness, that ridicule

Saturday I'm running wild
And all the lights are changing red to green
Moving through the crowd I'm pushing
Chemicals all rushing through my bloodstream
Only wish that you were here
You know I'm seeing it so clear
I've been afraid
To tell you how I really feel
Admit to some of those bad mistakes I've made

If you want it
Come and get it
Crying out loud
The love that I was
Giving you was
Never in doubt
Let go your heart
Let go your head
And feel it now

Babylon, Babylon

Sunday all the lights of London
Shining , Sky is fading red to blue
I'm kicking through the Autumn leaves
And wondering where it is you might be going to
Turning back for home
You know I'm feeling so alone
I can't believe
Climbing on the stair
I turn around to see you smiling there
In front of me

If you want it
Come and get it
Crying out loud
The love that I was
Giving you was
Never in doubt
And feel it now
Let go your heart
Let go your head
And feel it now
Let go your heart
Let go your head
And feel it now
Let go your heart
Let go your head
And feel it now
Let go your heart
Let go your head
And feel it now

Babylon, Babylon, Babylon

sexta-feira, abril 07, 2006

Fucking Brilliant!

Bill Maher

Este senhor põe os pontos nos is do que se passa no outro lado do oceano, nos USA ( e não só). Não se pode perder, o humor é ácido e do melhor! :)

Sigam todos os links:

http://youtube.com/watch?v=pQq2wTCgE-Y

http://youtube.com/watch?v=ZyXyz76pOBc

http://youtube.com/watch?v=sSNGupt89PI

http://youtube.com/watch?v=3wtt1xNrlDk


Eu queria por isto directamente a correr no blog mas como sou um bocado tosco com estas tecnologias não fui capaz de me entender com o YouTube... shame on me...

O que ando a ler

Neste momento tenho dois livrinhos na minha mesa de cabeceira e felizmente acho que os dois foram boas compras.


The Military Revolution – Geoffrey Parker


Aborda a construção da supremacia militar ocidental entre 1500 e 1800. Todos os principais pontos têm direito a capítulos próprios: poderio naval, evolução do estilo de fortificações e as suas implicações para a guerra nessas regiões (por exemplo: como a trace italienne mudou o género de guerras que se faziam na Europa central), o uso de artilharia ligeira e pesada mais além dos modelos primitivos do medievo tardio e por fim as tácticas que permitiram fazer melhor uso de todas essas evoluções.




God Against the Gods - Jonathan Kirsch



Trata da fascinante relação do monoteísmo com o politeísmo (ou paganismo) durante a antiguidade clássica (existe também uma pequena parte sobre monoteísmo egípcio durante o reinado de Akhenaton). Aborda a propaganda do lado vencedor desta guerra e o que realmente esteve em questão durante séculos e ainda mais importante: porque que é que uma convivência pacífica não foi possível.
Especial relevo é dado aos reinados de dois Imperadores: Constantino, conversor do Império e Juliano que deu vida ao último movimento pagão dentro de fronteiras romanas (é inevitável a especulação do que teria sido do mundo se Juliano tivesse reinado tanto tempo como o seu predecessor em vez de apenas dois anos).

quinta-feira, abril 06, 2006

In the spotlight: Matthew Young






Yummy....

Porque não gosto de conservadores

Admito que realmente não gosto deles. Cada vez que se pensa que, finalmente, estes rapazes entraram no séc. XXI eles cometem um erro que demonstram que afinal continuam mais ou menos na idade média (regra geral o erro é abrirem a boca...).

Como homem gay obviamente que sou particularmente sensível a este tema já que cada vez que existe um governo conservador isso representa um golpe aos meus direitos e foi isso mesmo que aconteceu quando por exemplo o Canadá (uns dos melhores países em que se pode viver) elegeu um governo conservador (vá lá que é minoritário...).

Primeira investida do governo Tory: a legislação que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo vai ser contestada com a intenção de a revogar (estou curioso se usam a mesma desculpa que os homofóbicos portugueses... a “heróica” resistência contra o “politicamente correcto”... uma cambada de patetas alegres).

Pois é... definitivamente não gosto de conservadores...

quarta-feira, abril 05, 2006

Porque sexo é sempre bom


Digam-me lá se esta pose é boa ou não? :P

Frase memorável

«Hey, don't mock masturbation. It's sex with someone I love!» - Woody Allen

segunda-feira, abril 03, 2006

Filme da noite

Dangerous Liaisons


A marquesa de Merteuil (Glenn Close - a minha actriz favorita) e o visconde Valmont (John Malkovich) fazem o par perfeito num mundo de jogos, egos e essencialmente duelos de vontades, tão poderosas como cínicas.

O filme também é uma visita guiada ao mundo do Ancien Régime, com as suas peculiaridades.

Gostei muito do filme, é um daqueles que vai dar gosto rever mais tarde

Towel guy


Podia arranjar um texto espirituoso para esta foto mas acho que não vale a pena :), é publicada porque ele é bem giro, ponto final :P

Relação em risco ou “quando as coisas não correm como previsto”

O que se faz quando um dos lados se recusa a deixar o outro partilhar a sua realidade emocional mais intima. Quando chegamos ao ponto em que a resposta standard para os problemas é simplesmente ignorá-los o que se faz para “chegar” ao outro?

As relações são um equilíbrio instável, especialmente para aqueles que se aleijam facilmente. Por um lado está o desejo de partilhar tudo com a pessoa que amamos por outro está a “necessidade” de protegermos os nosso próprios sentimentos. É por isso que é necessário que as duas parte periodicamente se reassegurem dos seus sentimentos (se é que os chegam a admitir...). Quando isso não ocorre existe um problema.

Só conheço duas formas de lidar com esse problema, com essa incerteza.
1) enfrenta-se a coisa de frente e põe-se tudo em pratos limpos esclarecendo exactamente o que se passa.
2) Ignora-se tudo o que não gostamos e fingimos que tudo corre às mil maravilhas.

Não me é fácil partilhar o que sinto, nada mesmo. E quando o faço e o que encontro é barreira de negação, fuga e incerteza começo a sentir tudo a fugir ao meu controlo. As possibilidades começam a formar-se na minha mente e não gosto do que estou a prever.

domingo, abril 02, 2006

Momento cultural

Este fim de semana, com a agenda muito mais livre de obrigações, finalmente decidi ir visitar o mosteiro do Escorial no arredores de Madrid (mas é mais do longe do que pensava...).

O edifico é grande, mesmo desproporcionado para os usos que era suposto ter, mas de linhas sóbrias sem os floreados arquitectónicos que normalmente caracterizam as grandes obras dos monarcas europeus da idade moderna.

Deixo aqui algumas fotos da visita:


sexta-feira, março 31, 2006

Ideias luminosas...

Foi precisamente o que saiu das cabeças de algum inteligente ali para os lados da galp. É mais um sinal do problema de quererem ser grandes nos mercados mas ainda terem as vistas curtas e a mente tacanha.

Ora cá fica a bela peça musical:

"É o retrato de um país aplicado ao futebol.
Tem tudo o que é preciso, só perde por ser mole.
Toca a acordar, pessoal!
Queremos mais garra,deixar de ficar felizes quando a bola vai à barra.
Vamos com tudo, meter o pé, chutar primeiro,
Que o último a chegar é panel****.
Ter medo deles? Isso era dantes!
Vamos embora encher de orgulho os emigrantes.
Sem esquecer que nas grandes emoções
quando grita um português, gritam logo 15 milhões".

Morada prara reclamar: galp@galpenergia.com

Outros sítios onde também se fala da mesma desgraça:
- Diferente como eu
- Renas e Veados
- Minudências e lugares comuns

Mais que escrever um email a reclamar eu faço ainda mais uma coisa: sei perfeitamente a quem vou deixar de comprar produtos.

Filme da tarde

Casino

Mafiosos, dinheiro, jogo e traição. Joe Pesci, Robert de Niro e Sharon Stone não fazem uma má equipa mas mesmo assim não fiquei fã. Depois de ver os “Sopranos” o crime organizado (salpicado com violência) deixou de espantar.

Apesar disso é um filme que se vê muito bem, mesmo com gosto em certas partes (os agentes federais a aterrarem no campo de golfe porque a avioneta em que estavam a viajar Pesci ficou sem combustível foi uma cena com a sua piada).

Agora é que é a sério :)

Agora sim acabou a temporada de exames :)

Pois é meus amigos, estou livre de obrigações urgentes até daqui a uns tempos (esperemos que seja daqui a muito muito tempo :P) e posso dedicar mais tempo aqui à “casita”.

Para começar quero partilhar aqui o meu gosto pelos questionários online (aka quizzes), não que ponha muita confiança neles (tirando os desenhados por psicólogos e outros técnicos de psicometria) mas acho-os muito divertidos, especialmente para comparar os resultados com outras pessoas, nunca se sabe quando é que se encontra qualquer coisa interessante na nossa vida ou personalidade :P

Ora aqui está um daqueles divertidos: que cidade europeia seria ideal para eu viver?

You Belong in Amsterdam

A little old fashioned, a little modern - you're the best of both worlds. And so is Amsterdam.
Whether you want to be a squatter graffiti artist or a great novelist, Amsterdam has all that you want in Europe (in one small city).
Olhem que esta não esperava... sempre pensei que saísse Londres ou Paris...

quinta-feira, março 30, 2006

O estudo está (quase!!) no fim

Mais um dia e volto a postar com regularidade :)

Entretanto fica aqui a imagem de como todos gostaríamos de estudar :p

quinta-feira, março 23, 2006

Resumo da semana

Estudo
Exame
Estudo
Estudo
Exame
...
...

E o pior é que os próximos dias vão ser mais do mesmo.

quinta-feira, março 16, 2006

Fiz o que pude

Depois de dias a tentar convencer pessoas de algo que sei que está certo e de dar sugestões e de tentar tudo e mais alguma coisa para derramar um pouco de luz sobre algumas ideias que vão dar maus resultados de certeza só me resta lavar as mãos e esperar o inevitável. É frustrante quando não nos ouvem.

Hmmm acho que hoje vou levar esta t-shirt...

terça-feira, março 14, 2006

Shhh…Everything will be ok

segunda-feira, março 13, 2006

O filme da noite

National Treasure


É um Indiana Jones mas mais soft com maçons à mistura. Vê-se bem mas não é nada de extraordinário não se compara ao último filme de Nicolas Cage que fui ver ao cinema “senhor da guerra”, esse sim gostei muito.

Confidências

Como prometi antes cá vou expor os detalhes da minha provável desgraça académica. Preparem-se porque esta vai ser a versão longa, o épico do qual vão fazer um filme de 3 horas... (lol) – quem tiver paciência curta é favor não ler o que se segue:

Isto às vezes a vida tem ironias um pouco amargas... acho que todos temos a experiência de quando era-mos pequenos e os nossos pais nos diziam o que devia-mos ou não devia-mos fazer. O ponto chave na minha casa sempre foi o livre pensamento, pensa por ti, explora todas as possibilidades e tira as tuas próprias conclusões, não deixes que alguém tome decisões por ti, compromete-te apenas com o que e com quem quiseres (isto é o que dá quando um esquerdista anti-sistema inveterado casa com uma conservadora semi-cristã, como muito raramente conseguem pôr-se de acordo dão-nos espaço para escolher-mos nós lol). E por isso cresci a ter uma saudável dose de desconfiança pela autoridade combinada com um pessimismo quanto a projectos utópicos.

Na minha juventude fui um aluno não extraordinário (essencialmente porque me estava a marimbar para os estudos que se achei enfadonhos ao máximo, especialmente as ciências exactas como matemáticas, física, química...) que chegou ao 9º ano sem ter a mínima ideia do que fazer ou que área escolher. No fim acabei por seguir ciências porque andava deslumbrado pela programação informática (typical I know...but I was young and foolish...). Foi paixão que durou pouco, quando aprendi a programar percebi que era uma seca descomunal (mas ainda hoje sei programar em duas ou três linguagens... que bom...) mas entretanto estava no inicio do meu 12º e o preço para mudar de área era astronómico, apenas tinha que voltar ao 10º e perder três anos, depois de algumas semanas a partir o coco para arranjar alguma solução tive uma ideia. Ideia essa que me levou ao dilema onde estou agora.

Lembrei-me das ciências económicas, para entrar para economia ou gestão na maior parte dos casos só se precisa de matemática como especifica e isso já eu tinha que fazer de qualquer maneira. E pronto lá fui mais ou menos feliz para gestão. E aqui é que as coisas começam a ficar complicadas. Por esta altura já estava mais crescidinho e já sabia perfeitamente qual era a área de que gostava: as ciências sociais, sobretudo a história que é o meu fascínio desde há bastante tempo (sou um apaixonado d a história cultural e do pensamento), mas como o curso ia andando tentei não pensar muito nisso, continuei na minha rotina. Sendo o ambicioso que sou (admito que às vezes dá-me para aí) apontei alto e meti-me num projecto de curso no estrangeiro e depois de bastante luta para entrar num programa disputado lá consegui o que pensava que queria.

E assim chegamos ao presente, cá estou eu em Madrid a fazer uma coisa que me está a irritar profundamente e a não ver muitas saídas. É que enquanto estava na terrinha (Lisboa) as coisas iam caminhando mais ou menos porque também o esforço despendido não era muito mas cá as coisas não funcionam assim, o programa é exigente e está a matar-me com detalhes que não me interessam e a entrar em profundidade em áreas que eu jamais quis tocar (especialmente em finanças). Já pensei seriamente em fazer o que me vai no coração há vários anos mas e depois de ter 4 anos de satisfação a tirar o curso que amo o que é que é suposto fazer com ele? Não existe qualquer procura por pessoas dessa área e isso é o meu problema, um problema do tamanho de um elefante obeso.

Os pais voltam a entrar em cena ao insistir para fazer o que detesto mas dá $$ e assim ignorar todos os conselhos que me deram durante anos sobre valores ético e ideias, parece que essas coisas agora são muito bonitas mas agora não interessam nada... será que me andaram a aldrabar durante estes anos todos?

E daqui deduz-se a situação total em que me encontro neste momento, entre a espada (o curso que faço, que detesto mas tem saídas de emprego) e a parede (o curso que quero mas que não me serve para muito). Entre a extrema exigência do programa, a pressão familiar e a falta de interesse as perspectivas para as próximas notas não são nada famosas... nada mesmo.

Soube bem desabafar com vocês :), agora vou tomar um banho de imersão para relaxar e meditar nisto tudo.

Mcalmoço

Foi este o almoço possível, entre as correrias que caracterizam a época de exames não há tempo para mais nada (e muito menos disposição para preparar coisas rebuscadas). Pode ser impressão minha mas quer-me cá parecer que este semestre vai ser academicamente negativo...

As razões são várias mas isso fica para outro post (possivelmente ainda hoje) quando tiver mais paciência para escrever algo com pés e cabeça.